
O sol já não estava mais no céu,apenas nuvens rosadas mescladas com outras azuis.
Ela caminhava segurando forte a alça da bolsa que se apoiava em seu ombro.
Nos ouvidos,fones. Ignorar o mundo,e só isso.
Neles uma voz cantava
“Você tem que me fazer sentir como se não tivesse restado nada de mim? Você pode levar tudo que eu tenho Você pode quebrar tudo que eu sou Como se eu fosse feita de vidro Como se eu fosse feita de papel Vá em frente e tente me derrubar Eu vou levantar do chão Como um arranha-céu,Como um arranha-céu (...) todas as minhas janelas ainda estão quebradas mas eu ainda estou de pé”
Foi o suficiente.e também a desculpa perfeita para as lagrimas.
E elas começaram a escorrer sem esforço.
E um filme se passou em sua cabeça.
Cada palavra.
Cada atitude.
Ela poderia fingir que nada aconteceu,que tudo está bem.
E ela até tentou.
Mas foi profundo demais para fingir.
Não que ela não faça isso o tempo todo,colocando um sorriso no rosto,escondendo tudo com maquiagem.
E as palavras “ eu estou bem” estão sempre na sua boca.
Mas não agora. Não havia ninguém na rua,e já estava escuro o suficiente.
Ela chorou por três quarteirões seguidos,vendo e revendo as cenas que a golpeavam por dentro.
Eram como feridas abertas,era como se soubessem exatamente aonde iria doer.
E afinal de contas,por que? Por que tanta maldade? Será que é tão prazeroso assim assistir alguém sangrar calado?
Ela chegou a conclusão mais triste que poderia chegar,ela jamais será boa o suficiente para impressioná-lo,não importa o que ela faça ou diga.jamais será bom o bastante.
E isso doeu.
Mas então,ela chegou a alguns passos da esquina,perto de seu destino.
Enxugou as lagrimas e lá estava o sorriso de novo,como havia sido o dia todo.
Ela entrou e logo era outra.
Ela achava incrível a capacidade que tinha de sair de um estado ruim para um bom em fração de segundos.
Mas,mais incrível ainda ela achava a capacidade das pessoas de não perceberem,nem por um minuto,o quão ferida ela estava por dentro.
Ela caminhava segurando forte a alça da bolsa que se apoiava em seu ombro.
Nos ouvidos,fones. Ignorar o mundo,e só isso.
Neles uma voz cantava
“Você tem que me fazer sentir como se não tivesse restado nada de mim? Você pode levar tudo que eu tenho Você pode quebrar tudo que eu sou Como se eu fosse feita de vidro Como se eu fosse feita de papel Vá em frente e tente me derrubar Eu vou levantar do chão Como um arranha-céu,Como um arranha-céu (...) todas as minhas janelas ainda estão quebradas mas eu ainda estou de pé”
Foi o suficiente.e também a desculpa perfeita para as lagrimas.
E elas começaram a escorrer sem esforço.
E um filme se passou em sua cabeça.
Cada palavra.
Cada atitude.
Ela poderia fingir que nada aconteceu,que tudo está bem.
E ela até tentou.
Mas foi profundo demais para fingir.
Não que ela não faça isso o tempo todo,colocando um sorriso no rosto,escondendo tudo com maquiagem.
E as palavras “ eu estou bem” estão sempre na sua boca.
Mas não agora. Não havia ninguém na rua,e já estava escuro o suficiente.
Ela chorou por três quarteirões seguidos,vendo e revendo as cenas que a golpeavam por dentro.
Eram como feridas abertas,era como se soubessem exatamente aonde iria doer.
E afinal de contas,por que? Por que tanta maldade? Será que é tão prazeroso assim assistir alguém sangrar calado?
Ela chegou a conclusão mais triste que poderia chegar,ela jamais será boa o suficiente para impressioná-lo,não importa o que ela faça ou diga.jamais será bom o bastante.
E isso doeu.
Mas então,ela chegou a alguns passos da esquina,perto de seu destino.
Enxugou as lagrimas e lá estava o sorriso de novo,como havia sido o dia todo.
Ela entrou e logo era outra.
Ela achava incrível a capacidade que tinha de sair de um estado ruim para um bom em fração de segundos.
Mas,mais incrível ainda ela achava a capacidade das pessoas de não perceberem,nem por um minuto,o quão ferida ela estava por dentro.
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